Categoria: Blog

24/10/2016
17/10/2016

Após uma noite de lua cheia… cheia de tudo o que desejamos!

A lua permaneceu igual mas a forma como a percecionámos deu-nos uma lua ainda mais brilhante e maior.

A forma como olhamos para as “luas” da nossa vida faz toda a diferença.

Levem para o vosso coração e para a vossa alma a Esperança e a Força para que o acordar seja mais sereno!

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11/10/2016

Durante o mês de outubro faremos 15% desconto na primeira consulta com os pais!

Atendendo à importância da Saúde Mental e em especial em Portugal, decidimos associar-nos a este grande projeto “PORTAL DA SAÚDE MENTAL”, desta forma queremos contribuir para que possamos olhar para a nossa cabeça como olhamos para o nosso corpo, pois somos um todo!

Se intervirmos atempadamente nas crianças e nos jovens, poderemos evitar problemas maiores no futuro.

Se tem dúvidas quanto ao desenvolvimento; se acha que algo não está bem; se quer uma opinião técnica; se deseja que o seu filho dê o melhor de si; que melhore a autoestima … procure-nos!

 

06/10/2016

“Eu gosto desta explicação porque me sinto bem”

“O centro de estudos é fixe, tanto na hora de estudo como nos intervalos.”

“…É bom para os meninos que precisam de ajuda e têm dificuldade em se concentrar.”

“…É gira, tem muitas cores e é muito acolhedora… Tem muitos livros que nos podem ajudar… Tem boas mesas e cadeiras, que poderiam ter umas almofadinhas… A cozinha é pequena mas eu adoro! A casa de banho é linda!”

29/09/2016

Agora os nossos animais de estimação também têm a oportunidade de receber a sua terapia!

Tal como para nós, hoje em dia existem diversas terapias específicas para os nossos amigos animais.
São terapias naturais desenvolvidas para estimular e melhorar a saúde e o bem-estar. Utilizam-se exercícios físicos específicos de concentração, equilíbrio e flexibilidade, “toques” semelhantes a massagens corporais, ligaduras corporais para estabilidade e relaxamento, entre outras ferramentas.

A utilização destas terapias permitem melhorar:
· – Relaxamento do animal;
· – Consciência e perceção corporal;
· – Confiança, atenção e concentração;
· – Equilíbrio físico e emocional;
· – Alterar comportamentos indesejados;
· – Relação entre humano e animal;
· – Recuperação do animal após lesão ou cirurgia;
· – Desconforto e dor em caso de animais idosos;
· – Entre outros…

Formação da técnica Anaisa Santos:
Licenciatura em Equinicultura – Técnica nas áreas da criação e utilização de equinos, da equitação e do maneio.
Pós-Graduação Comportamento e Bem-estar Animal
Terapia Bowen de Equinos – Terapia Natural (em formação nível 1/3)
Método Tellington TTouch (em formação nível 5/8)

20/09/2016

Dizem que chorar lava a alma, mas também dizem que os homens não choram. Diz-se muito daquilo que se sente. Assim que nascemos temos de chorar, para depois aprender a não o fazer. Aprendemos que essa é uma fragilidade que devemos esconder numa gaveta, junto com as lamechices, os corações cor-de-rosa, as festinhas e o “amo-te”.

Tal como tudo aquilo que podemos fazer como seres humanos optimizados que somos, o choro tem uma função, é importante. Da mesma forma que o medo tem uma base funcional importante na nossa vida, o choro é também essencial e não deve ser contido ou controlado. O problema surge quando aprendemos a lidar incorrectamente com esta função que o nosso corpo sabiamente desenvolveu.

Saímos do túnel escuro ontem estivemos mais de 9 meses e todos os seres estranhos e de batas brancas que estão neste espaço tão iluminado ficam aliviados quando choramos. Depois deste momento, o choro é um aviso, uma arma e um problema. Servirá de termómetro: ah este choro, isto é fome. Hum, isto é sono! Lembro-me de estar grávida e ouvir estas palavras sábias: quando o teu filho chorar tu vais saber o que é (parecia uma premonição mágica, eles nascem e desce em nós, mulheres, a enciclopédia ser-mãe-deste-filho-em-particular). É mito. Enquanto algumas pessoas acertam, outras (como eu), vão por tentativa e erro. Muita fralda desnecessária é mudada quando a solução era apenas a de voltar a colocar a chucha na boca do menino.

O choro é uma arma quando o usamos como um meio para chegar a um determinado fim, e já vimos isto a acontecer na mesa ao lado num qualquer restaurante. É um problema porque se limitam as crianças desde bebés a não largarem as suas lágrimas, a não partilharem as suas águas com o mundo. Faz barulho. Não nos deixa dormir. Mostra fragilidade. Entre outras e outras e outras.

Passamos uma vida a não chorar. Contemos. Engolimos as emoções porque não é bonito mostrar. Então elas ficam, com armas e bagagens na nossa barriga que às vezes incha voluptuosamente, deixando antever um mar de sentimentos engasgados.

Quando decidimos olhar para nós, seja em terapia ou em trabalho de desenvolvimento pessoal, temos de olhar para esta nossa barriga. É preciso fazer abdominais emocionais para deixar sair aquilo que já não nos serve e que não conseguimos guardar mais. Mas estes abdominais são mais difíceis que os normais. Mais do que ao corpo, fazem doer a alma. Ou assim parece. É por isso que os primeiros choros da vida adulta são pensados. Não são conectados, não lavam a alma e deixam-nos zonzos com a respiração que se (re)estabelece e com o chute de energia que sobe à cabeça e aos olhos em particular. Não choramos com a barriga e a descarga é falsa: há apenas a movimentação de alguma tensão de um lado para o outro no corpo. Mas nesta fase podemos continuar desconectados mas há o ressurgimento de uma vontade de olhar de uma forma diferente.

É quando mergulhamos intensamente em nós que navegamos na possibilidade de nadar nas nossas lágrimas: o choro é conectado e vem dessa barriga tão cheia que precisa de extravasar, mas delicadamente, pulsando lágrima a lágrima em cada inspiração e expiração.

Texto de Ana Caeiro, Psicoterapeuta Corporal em Biossíntese
(ana.caeiro@mail.com)
Foto: David Marcu, unsplash.com

12/09/2016

A inauguração do novo espaço aconteceu no dia 10 de Setembro. Aqui ficam algumas imagens, da entrada, da recepção, de um dos consultórios e da sala de estudo.

12/09/2016

O vídeo da inauguração das novas instalações da Sintricare!

Publicado por Sintricare em Segunda, 12 de setembro de 2016

Foi em festa que inaugurámos o novo espaço da Sintricare! Venham visitar-nos!

05/09/2016

Convite

Inauguração das Novas Instalações Sintricare

Com o mesmo profissionalismo e dedicação que nos carateriza há 16 anos em Sintra, vamos abrir um novo espaço que traduz a nossa identidade, dando primazia a um ambiente seguro e acolhedor, mais adaptado às necessidades de quem nos escolhe. Contamos com mais valências e novas ideias!

A Psicóloga Cristina Santos e toda a equipa da Sintricare convida para a inauguração dia 10 de setembro de 2016, sábado das 10h às 12h30.

Vamos ter animação, guloseimas e… ofertas surpresa!!! Esperamos a tua visita!

 

Novidades:
– Sala de Apoio Psicopedagógico a funcionar das 9h às 19h de 2º a 6ª feira. Com programa personalizado do 5º ao 9º ano.
– Psicologia e Psicoterapia Crianças e Jovens
– Reabilitação Cognitiva
– Psicologia Clinica – Terapia Adultos
– Terapia da Fala
– Preparação para o Parto – Massagem para Bebés
– Terapia a animais (cães, gatos e cavalos) ao domicílio por técnica/terapeuta credenciada
– Aulas de Psicomotricidade para crianças dos 3/6 anos – Aulas de Motricidade para Seniores
– Apoio a crianças com Necessidades Educativas Especiais com Professora especializada em Educação Especial
– Aulas de Inglês para estrangeiros/portugueses com plano personalizado
– Supervisão a psicólogos e terapeutas, formação e workshops vários para grupos em escolas.

29/08/2016

Todas as nossas emoções e sensações têm um objectivo e uma funcionalidade. Se pensarmos na raiva (não na raiva cega), ela pode ser o motor que nos leva a fazer algo, que nos impele ao movimento. A tristeza permite a expressão de algo difícil e a sua mobilização para fora de nós, e a ansiedade e o medo também tem funções muito importantes.

Ao longo do tempo fomos afastando a ideia de que o ser humano é um animal e como tal, cortámos com a percepção daquilo que não é racional e renegamos o que é entendido como impulsos, intuições ou sensações primitivas. Mas somos animais, e o que me tem ajudado muito a perceber o corpo humano, é ter esta informação bem presente.

Vamos imaginar uma gazela. Esta gazela está na savana a comer a sua ervinha de uma forma tranquila mas presente, ou seja, está alerta ao que a rodeia. O seu batimento cardíaco é normal e é o sistema para-simpático que está a trabalhar. Repentinamente surge uma ameaça, há um leão por perto. A gazela dispara, o batimento cardíaco sobe e é o sistema simpático que toma a dianteira, promovendo a reacção de fuga. Quando a ameaça desaparece, assim desaparece o medo e a ansiedade, o batimento cardíaco diminui e a gazela volta calmamente ao seu pasto. Este é o movimento natural entre ficar ansioso e relaxar. O medo e ansiedade têm então esta funcionalidade: manter o alerta para potenciais ameaças e reagir perante elas.

Então qual a ligação para o homem? O grande problema do homem permanentemente ansioso é que não consegue parar de correr a fugir de um leão que só existe na sua cabeça. Há um botão que está sempre ou quase sempre ligado (consciente ou inconscientemente) e que o faz estar ansioso: com um batimento cardíaco mais acelerado, dores de barriga e, em casos mais graves, uma inabilidade tremenda em funcionar.

Texto de Ana Caeiro, Psicoterapeuta Corporal em Biossíntese
(ana.caeiro@mail.com)
Foto: Milada Vigerova, unsplash.com