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Etiqueta: felicidade

Março 13, 2019

Esta terça-feira, dia 12 de fevereiro, realizou-se um Encontro internacional em Lisboa, mais concretamente na reitoria da Universidade de Lisboa, que reuniu membros de governos e investigadores em torno do tema da felicidade e, sobretudo, de como a felicidade pode ajudar a evitar conflitos e a promover políticas de bem-estar. A Sintricare considerou tão interessante esta iniciativa, que publica aqui, na íntegra, o artigo da autoria da jornalista Bárbara Wong, publicado no Público, sobre esta proposta da World Happiness Summit (Wohasu na sigla inglesa).

Como a felicidade ajuda a evitar conflitos e a promover políticas de bem-estar
Encontro internacional em Lisboa reúne membros de governos e investigadores em torno da felicidade e do bem-estar.

O que tem a ver a felicidade ou a paz com o desemprego? E com a educação ou a saúde? Tudo, acredita Helena Marujo, coordenadora da cátedra de Educação para a Paz Global Sustentável da UNESCO. Nesta terça-feira, na reitoria da Universidade de Lisboa, discute-se como a felicidade, o bem-estar e a “paz positiva” pode ajudar ao desenvolvimento dos países. A proposta é da World Happiness Summit (Wohasu na sigla inglesa), que vai reunir membros de governos de 25 países com especialistas internacionais em economia, política, sustentabilidade, saúde, felicidade, bem-estar e psicologia positiva. A reunião chama-se H20, à semelhança do G20, sendo que o “h” é de “happiness”, felicidade.

Esta é a terceira vez que se faz um H20, mas a primeira fora dos EUA – os encontros anteriores foram sempre em Miami, EUA. Portugal faz parte de um grupo de seis países que assinaram a declaração conjunta da Coligação Global para a Felicidade e esta é uma das razões para ter sido escolhido como país anfitrião deste encontro. A Wohasu trabalha em parceria com a FreeBalance, uma empresa de software para ajudar países em situação de pós-guerra a reequilibrar a sua economia e a diminuir a corrupção, e que promove o Relatório Global sobre Políticas de Felicidade e de Bem-estar, ou seja, como é que os países aplicam os estudos já feitos nestas áreas nas suas políticas públicas. “O retorno à paz passa pelo conhecimento científico sobre a felicidade. Em perceber como medir e aplicar indicadores subjectivos, em vez dos objectivos como os económicos”, declara Helena Marujo, coordenadora do Executive Master de Psicologia Positiva Aplicada, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP/UL).

Recorde-se que o Butão já tem um indicador de Felicidade Interna Bruta; que os Emirados Árabes Unidos têm um Ministério da Felicidade, e que o Reino Unido tem um Ministério da Solidão, a pensar em políticas de bem-estar para os milhões de pessoas que vivem sozinhas. “Já existe muita investigação que pode ajudar a tomar decisões políticas. Por exemplo, há países que investem mais na prevenção da saúde mental, do que no seu tratamento”, exemplifica Helena Marujo, acrescentando que a ex-presidente da Costa Rica, Laura Chinchilla, é uma das palestrantes em Lisboa, porque o seu país foi considerado o mais feliz do mundo no que à pegada ecológica diz respeito.

Outro dos temas do encontro será a “paz positiva” que é diferente da “paz negativa”, informa a investigadora que também é autora de um estudo sobre a felicidade dos portugueses. A segunda é quando os países procuram impedir ou controlar conflitos, enquanto a primeira é “promover condições de felicidade para os seus cidadãos”, de modo a que os conflitos não surjam, explica, dando um exemplo concreto, o desemprego. “Há duas experiências que têm um impacto brutal na vida das pessoas: a viuvez e o desemprego. Um país que faz uma aposta grande na redução do desemprego, está a fazer um trabalho enorme na promoção da felicidade e do bem-estar porque o desemprego é mais do que a insegurança económica, é perda de identidade, de auto-estima, de realização e pode levar a conflitos.”

A felicidade não requer apenas condições materiais, mas também boa saúde (mental e física), educação, governos sem corrupção, empresas preocupadas, “e a liberdade de cada pessoa de prosseguir os seus sonhos”, aponta o relatório da Wohasu. “Queremos trazer uma linguagem nova à política e também uma nova reflexão pública, de maneira a assegurar que maior bem-estar não está só relacionado com a economia, a princesa das Ciências Sociais, mas com outras áreas das Ciências Sociais que conseguem ler o que se está a passar no mundo”, termina Helena Marujo.”

Agosto 2, 2018

A vida acontece, a cada segundo, plena de intensidade e momentos únicos. Desenvolver a capacidade de celebrar o facto de estarmos vivos é um passo crucial para a felicidade.

A ideia não é, obviamente, fazer uma festa quando algo menos bom nos deita abaixo, mas antes, tentar encontrar uma perspetiva positiva em tudo. Por mais dramático que determinado acontecimento seja, acaba sendo sempre, também, uma oportunidade de aprendizagem.

O truque é perspetivar tudo o que nos acontece. E, sem dúvida, descobrir como celebrar a dádiva tremenda de podermos estar, aqui e agora, connosco próprios ou com quem mais amamos, neste planeta cuja beleza nos dá tantas razões para pasmar.

Contemplar a infinita perfeição da natureza, por exemplo, e escutar, sentir e olhar cada detalhe com mais plenitude é, por si só, uma forma de celebração. Um meio de nos alinharmos com o milagre da vida, que segue curso indiferente aos contratempos da existência.

Depois, mais do que os ciclos naturais, há sempre aquelas etapas marcantes, incontornáveis em cada percurso, que gritam celebração!

É o caso do curso ou projeto que se conclui, depois de tanto esforço. As vitórias dos filhos ou dos pais, a conquista tão desejada dos cônjuges ou, simplesmente, o aniversário de quem anima o nosso mundo.

Mais do que pelo acumular de coisas, a felicidade é feita de vivências. Tece-se em frações de experiências únicas, sobretudo quando são ao redor de quem se ama. E, um dia, serão elas que darão lugar às doces memórias.

Encontrar o espaço, o tempo e o ritmo certo para cada tipo de celebração, neste mundo acelerado em que vivemos, é meio caminho andado para treinarmos a atenção… para que nunca se esqueça de focar no manancial de positividade que existe na vida e na nossa existência.

Aprender a celebrar pode ser, realmente, meio caminho andado para a felicidade!

 

Sintricare

Agosto 2, 2017

Há anos que os cientistas acreditam que a felicidade pode ter um real efeito positivo na saúde física, mas um novo artigo, publicado no jornal Applied Psychology: Health and Well-Being Scientists e divulgado na Time, reforça esta ideia de uma forma mais evidente.

Com referência a mais de 20 textos científicos e evidências resultantes de cerca de 150 estudos individuais, os investigadores analisaram profundamente os efeitos do subjective well-being – uma medida de como as pessoas avaliam as suas próprias vidas – em várias aspetos da saúde física.

Segundo o autor principal, Edward Diener, professor de psicologia social da University de Utah, tais estudos permitiram confirmar, quase sem sombra de dúvidas, que a felicidade influencia realmente a saúde. Os investigadores apontam algumas teorias para explicar como isto acontece na prática.

Antes de mais, pessoas felizes tendem a cuidar melhor de si próprias e a escolher hábitos saudáveis, como fazer exercício físico, comer ou dormir bem. Depois, o estudo evidencia que a felicidade tem influência positiva no sistema cardiovascular e imunológico, influencia hormonas, diminui inflamações e acelera o processo de cicatrização. Segundo concluiram, é também possível que uma boa saúde possa levar a um melhor estado emocional.

Apesar de estarem conscientes de que a felicidade pode ser influenciada por fatores subjetivos, não mensuráveis numa pesquisa científica, no geral, os autores afirmam que há evidências suficientemente fortes para afirmar que o subjective well-being influencia a saúde e a longevidade, pelo menos, em alguns momentos.

Para eles, a questão agora é perceber o porquê da felicidade estar ligada à saúde para algumas pessoas e não para outras.

O artigo completo, publicado no jornal Applied Psychology: Health and Well-Being Scientists, para ler em http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/aphw.12090/full.

Sintricare

Abril 6, 2016

5 Ingredientes para uma criança feliz

Não é preciso muito para fazer uma criança feliz: o Dr. Mário Cordeiro fala-nos em 5 ingredientes muito especiais. Se gostarem, estão à vontade para partilhar. :)Podem visitar http://pumpkin.pt/familia/o-melhor-da-vida-em-familia/as-16-inspiracoes-para-criancas-e-familias-felizes para descobrir o nosso mini-guia para crianças e famílias felizes, onde encontram este e outros artigos.

Publicado por Pumpkin.pt em Quarta, 6 de abril de 2016

“Não é preciso muito para fazer uma criança feliz: o Dr. Mário Cordeiro fala-nos em 5 ingredientes muito especiais. Se gostarem, estão à vontade para partilhar. :)”

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